O prefeito Murilo sancionou neste sábado (20) a nova estrutura organizacional da Administração Municipal, através de Lei Complementar publicada no Jornal Oficial do Município (edição nº 7079). A medida gerou polêmica, já que, durante a campanha, o gestor prometia reduzir a máquina pública, mas a população agora vê um aumento significativo no número de cargos de confiança.
Ao todo, são 531 cargos comissionados apenas na Prefeitura, sem incluir, segundo o texto, a estrutura do CEPROSOM. Diversos postos foram mantidos ou renomeados, levantando críticas de que a reforma seria uma forma de acomodar aliados, apadrinhados e integrantes de partidos.
Entre os cargos e salários previstos, destacam-se:
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Diretor – 55 cargos, salário de R$ 13 mil;
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Assessor de Gabinete do Secretário – 18 cargos, salário de R$ 11.100;
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Assessor Especial em Gestão Pública – 34 cargos, salário de R$ 8.108;
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Coordenador Estratégico de Governo – 70 cargos, salário de R$ 6.050;
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Coordenador de Área – 46 cargos, salário de R$ 6.050;
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Assessores de Políticas Públicas I, II e III – 93 cargos, salários entre R$ 3.000 e R$ 5.300.
Nas redes sociais, cidadãos se manifestaram de forma crítica, lembrando as promessas eleitorais de contenção de gastos e acusando a atual gestão de contradição.
A lista completa dos cargos comissionados e funções gratificadas pode ser consultada no Anexo IV, página 26, da edição 7079 do Jornal Oficial do Município, disponível neste link.

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