A tão divulgada “prainha” instalada no Horto Florestal pela gestão Murilo Félix acabou se tornando motivo de indignação entre as famílias que participaram de um evento no local no último domingo. O espaço, que deveria servir como área de lazer para crianças e frequentadores, permaneceu fechado devido à falta de manutenção adequada.
Segundo moradores que estiveram no Horto, o local estava completamente tomado por plantas aquáticas, impedindo o uso da prainha e surpreendendo negativamente quem buscava um momento de recreação. Muitas famílias afirmaram que as crianças ficaram frustradas, já que o espaço havia sido anunciado pela prefeitura como uma atração permanente.
A situação reacendeu críticas sobre a falta de zeladoria em áreas públicas da cidade. Além da prainha interditada, visitantes relatam que o Horto Florestal enfrenta problemas de limpeza, conservação e estrutura, que se agravam principalmente em fins de semana, quando há maior movimento.
Moradores pedem que a Prefeitura de Limeira assuma a responsabilidade e realize a manutenção necessária para que o espaço volte a ser utilizado com segurança. Para muitos, o episódio reforça um cenário preocupante: obras inauguradas sem planejamento contínuo e entregues à própria sorte.
“A população comparece, participa dos eventos, mas não recebe em troca o mínimo de cuidado com os espaços públicos”, afirmou uma frequentadora indignada.
A comunidade aguarda agora uma posição oficial da administração e a regularização imediata da prainha, que deveria ser um ponto de lazer — e não mais um símbolo do abandono denunciado pelos limeirenses.

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