De mulher pra mulher: comer não deveria ser um campo de batalha. Nem motivo de culpa diária. Alimentar-se é, antes de tudo, um diálogo com o corpo — e nem sempre a gente aprende a escutar.
Por muito tempo, fomos ensinadas a contar calorias, cortar prazeres e desconfiar da própria fome. O problema é que o corpo não entende castigo. Ele entende cuidado.
Nem toda fome é física
Tem dias em que a fome vem do cansaço, da ansiedade, da frustração ou da solidão. E tudo bem reconhecer isso. Comer sem consciência emocional transforma alimento em anestesia — e culpa em rotina.
Quando a gente aprende a se observar, a relação com a comida muda.
Alimentação possível é a que funciona
Não existe dieta perfeita. Existe aquela que cabe na sua rotina, respeita seus limites e não te adoece emocionalmente.
Comer bem não é comer pouco. É comer com presença.
Corpo cuidado responde melhor
Quando o corpo se sente respeitado, ele coopera. A digestão melhora, a compulsão diminui, o humor se estabiliza.
Antes de se punir, experimente se acolher.
💡 De mulher pra mulher: sobre comida
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Comer não é fracasso
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Culpa não emagrece
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Escuta também é autocuidado
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Equilíbrio vale mais que rigidez
No fim, alimentar-se bem é aprender a confiar no próprio corpo outra vez.

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